| quarta-feira, 7 de janeiro de 2009 |
| Nova manhã |
2008 foi o primeiro ano no qual não fiz uma de minhas exaustivas retrospectivas e análises de ocorrências diversas. O verdadeiro motivo da ausência desta atitude foge à minha consciência, mas acredito que neste ano que passou, diferentemente dos outros, optei por realizar diversas pequenas retrospectivas e análises ao mesmo tempo em que vivia novas e diferentes situações. Dizem que é sempre bom experimentar novas estratégias para velhos problemas.
Entretanto, não pude deixar de pensar o que seria de 2009, minutos depois das doze badaladas. Nada me veio à mente. Encontrava-me apertado pelos braços de uma de minhas maiores amigas e, sinceramente, aquilo bastava para o momento. Uma das coisas que adquiri com a vida interiorana e os extensos textos acadêmicos foi a simplicidade de pensamento e, definitivamente, ela se fez presente naqueles preciosos momentos.
Voltava para casa sozinho, de ônibus, e o dia começava a amanhecer. Não sou daqueles que costumam achar beleza na natureza, mas admito que fiquei maravilhado com o céu que começava a ser pintado sobre minha cabeça. O contraste entre um azul típico e um laranja-avermelhado que se misturavam entre as nuvens foi algo que não lembrava de ter visto. A serenidade do azul parecia lutar com todas as forças de suas nuvens também azuladas para impedir que a violência, calor e força do laranja o subjugasse e obtivesse a hegemonia dos céus, mesmo que só por breves momentos. Fiquei a admirar a cena por alguns minutos, até que me ocorreu algo em relação ao ano que acabara de se apresentar.
Dependerá de mim fazer deste, um ano de contrastes pessoais. Um encontro entre o que foi, o que era e o que é para, quem sabe, aproximar-me mais de meu tão desejado vir a ser. Um vir a ser formado pela essência de cada um destes diferentes momentos, no qual a mesma palavra seria usada para resolver diferentes conflitos:equilíbrio.
Talvez. Quem sabe? |
posted by Rafael @ 01:10  |
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| Pessoa |
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Quem? Rafael
Rafael? Clique aqui
Onde? Bauru, SP
Por quê? Depois de um intenso ano de estudos consegui o que queria: uma vaguinha em uma univer- sidade pública, no caso, a Unesp.
Com o pacote, veio a necessidade de deixar Sampa City e começar uma nova vida aqui.
E...? Estudo psicologia
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